domingo, 23 de março de 2014

Prisões

 Estou presa e não posso gritar
Tudo está passando muito devagar
Os sonhos…
As palavras…
Estou presa em mim mesma
E não consigo nem respirar
Onde estão as palavras ditas antes?
Se esconderam com o sol?
Ou se afogaram com o mar?
Tudo está muito estranho
E ninguém vê
Ou será que isto está dentro de mim?
Jessica Priscilla Cruz

[Dê-me o que comer] 

Dê-me o que comer
Que tenho fome
Dê-me o que beber
Que sede tenho
Tudo o que eu vi foi demais para mim
Ouvi palavras que me doeram
Eu queria gritar
Eu queria fazer o meu teatrinho que eu já tinha ensaiado
 Mas nada saia de dentro de mim
Apenas lágrimas
Eu não entendo porque você fez isso
 Tudo isso é muito para mim
Toda essa dor
Toda essa lágrima
E o calor dos seus braços…
Foi assim que você me fez mal
A chuva cai lá fora
 O meu dia está nublado
Não entendo isso tudo
Você me disse palavras que cansei de ouvir
Você usou os meus versos contara mim.
Jessica Priscilla Cruz
17-04-2008(quinta-feira) 

Acordada

 A vida resolveu cair em cima de mim,
Os problemas começaram a aparecer…
 Acho que ainda não tive
O momento perfeito…
Tudo acontece novamente…
Os sentimentos ardendo por dentro!
Os problemas aparecendo por fora!
Eu não quero que ninguém me veja
Eu só quero estar ao seu lado
 Enquanto tudo é feito de solidão
Eu não sei como vou acordar!
Eu preciso que isto acabe
 Eu quero sentir a paz de antes
Eu não vou deixar isto acabar mal
Porque eu quero estar com você!
É, eu vejo que você está aí
Eu sinto que você precisa de mim
 Eu também preciso de você
 Eu não sei como acordarei amanhã!

poetisando

Um poeta só escreve quando está triste ou quando está apaixonado…
 Jéssica Priscilla Cruz

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Entre o Amor e a Morte




Estou aqui seguindo o caminho de volta para casa, pensando no que deu errado, no que eu teria que fazer. Olho para o banco do lado e me falta um pedaço seu, o seu cheiro no meu carro enche os meus olhos de lágrimas. Estou agora saindo da sua casa sem um beijo, sem um abraço, apenas com lágrimas e dor. Sinto a solidão me fazer morrer por dentro, onde eu olho sinto os nossos momentos, o seu sorriso, a sua pele, os seus olhos. Acelero o carro para tentar esquecer das suas palavras na despedida, quando sem ver ultrapasso o sinal vermelho e no ultimo batimento do meu coração doente um caminhão choca com o meu pequeno carro.
Todos ouvem o estrondo e curiosos vão ver o que havia acontecido. Eles vêem o corpo de Alice sangrento que fora lançado para fora do carro. As ambulâncias chegaram rapidamente,mas Alice não aguentara a espera e morreu.
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Toca o telefone de Fabricio ele atende e do outro lado alguém diz o que ele sempre temeu. Alice havia morrido, o grande amor da sua vida se foi. Mas porque a teria deixado se era o amor da sua vida?
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No dia seguinte Fabricio sai do velório de Alice e vai a casa dela, quando vê que o bilhete que ele deixou a ela não estava aberto, o que significava que ela não o tinha lido. Ele abriu o bilhete e leu os seuas garranchos em que dizia:
“Alice tenta entender a minha razão, mas não posso estar com você pois tenho uma doença seria e por te amar de mais não quero que você sofra no dia da minha morte. Te amo!”
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Um mês depois Fabrício faleceu e foi enterrado ao lado da sua amada, como fora pedido por ele.

Ciúme...



As vezes queria ter toda a sua atenção só para mim, para ter certeza que ninguém vai chegar perto de você…
Eu sei que isso é loucura, pode até me chamar de louca, exagerada, obsessiva, possessiva e o escambal, mas tenho tanto medo de te perder, isso dói demais e tira toda a minha paz.Só de imaginar, me arrepia de medo.
Tenho ciúmes do vento que te toca no frio do inverno. Tenho ciúmes do seu sorriso, quando não sou eu a razão dele. Tenho ciúmes da sua voz, por saber que não sou só eu que escuto, tenho ciúmes dos seus passos, porque eles andam por todo lado...
Não é falta de confiança, eu confio, confio até demais, mas esse ciúme faz parte de mim… já tentei mas não consigo mudar, já tentei ignorar, mas as vezes tudo sai do lugar.
Tenho medo de que você se vá e só deixe a saudade, as lágrimas…
Jessica Priscilla Cruz