quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Entre o Amor e a Morte




Estou aqui seguindo o caminho de volta para casa, pensando no que deu errado, no que eu teria que fazer. Olho para o banco do lado e me falta um pedaço seu, o seu cheiro no meu carro enche os meus olhos de lágrimas. Estou agora saindo da sua casa sem um beijo, sem um abraço, apenas com lágrimas e dor. Sinto a solidão me fazer morrer por dentro, onde eu olho sinto os nossos momentos, o seu sorriso, a sua pele, os seus olhos. Acelero o carro para tentar esquecer das suas palavras na despedida, quando sem ver ultrapasso o sinal vermelho e no ultimo batimento do meu coração doente um caminhão choca com o meu pequeno carro.
Todos ouvem o estrondo e curiosos vão ver o que havia acontecido. Eles vêem o corpo de Alice sangrento que fora lançado para fora do carro. As ambulâncias chegaram rapidamente,mas Alice não aguentara a espera e morreu.
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Toca o telefone de Fabricio ele atende e do outro lado alguém diz o que ele sempre temeu. Alice havia morrido, o grande amor da sua vida se foi. Mas porque a teria deixado se era o amor da sua vida?
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No dia seguinte Fabricio sai do velório de Alice e vai a casa dela, quando vê que o bilhete que ele deixou a ela não estava aberto, o que significava que ela não o tinha lido. Ele abriu o bilhete e leu os seuas garranchos em que dizia:
“Alice tenta entender a minha razão, mas não posso estar com você pois tenho uma doença seria e por te amar de mais não quero que você sofra no dia da minha morte. Te amo!”
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Um mês depois Fabrício faleceu e foi enterrado ao lado da sua amada, como fora pedido por ele.

Ciúme...



As vezes queria ter toda a sua atenção só para mim, para ter certeza que ninguém vai chegar perto de você…
Eu sei que isso é loucura, pode até me chamar de louca, exagerada, obsessiva, possessiva e o escambal, mas tenho tanto medo de te perder, isso dói demais e tira toda a minha paz.Só de imaginar, me arrepia de medo.
Tenho ciúmes do vento que te toca no frio do inverno. Tenho ciúmes do seu sorriso, quando não sou eu a razão dele. Tenho ciúmes da sua voz, por saber que não sou só eu que escuto, tenho ciúmes dos seus passos, porque eles andam por todo lado...
Não é falta de confiança, eu confio, confio até demais, mas esse ciúme faz parte de mim… já tentei mas não consigo mudar, já tentei ignorar, mas as vezes tudo sai do lugar.
Tenho medo de que você se vá e só deixe a saudade, as lágrimas
Jessica Priscilla Cruz